quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A Gênese - Allan Kardec - Baixar Grátis

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O Céu e o Inferno - Allan Kardec - Baixar Grátis

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O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Baixar Grátis

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O Livro dos Espíritos em PDF - Allan Kardec - Baixar Grátis

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PARENTESCO, FILIAÇÃO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC

204. Uma vez que temos tido muitas existências, a nossa parentela vai além da que a existência atual nos criou?
Não pode ser de outra maneira. A sucessão das existências corporais estabelece entre os Espíritos ligações que remontam às vossas existências anteriores. Daí, muitas vezes, a simpatia que vem a existir entre vós e certos Espíritos que vos parecem estranhos.”


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Revista Espírita - Allan Kardec - Outubro 1862

Reservar-se o direito de atacar e não admitir resposta é um meio cômodo de ter razão. Resta saber se é o de chegar à verdade. Se uma doutrina que tem por base a caridade e o amor ao próximo; que melhora os homens e os leva a renunciarem aos hábitos de desordem; que dá a fé aos que em nada creem; que faz orar os que nunca oram; que restabelece a união nas famílias divididas; que impede o suicídio; se, dizíamos, uma tal doutrina é perversa, o que serão as que se tornam impotentes para produzir tais resultados? O Sr. Serret teme ajudar a propaganda pela polêmica, e por isso prefere falar sozinho. Pois então, que fale quanto queira, mas o resultado não será menor do que tem sido em toda parte: chamar a atenção e recrutar adeptos para a doutrina.


O Livro dos Espíritos - Allan Kardec, - Questão 122

122. Como podem os Espíritos, em sua origem, quando ainda não têm consciência de si mesmos, gozar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, qualquer tendência que os encaminhe para uma senda de preferência a outra?
“O livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Já não haveria liberdade, desde que a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade do Espírito. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que cede em virtude da sua livre vontade. É o que se contém na grande figura emblemática da queda do homem e do pecado original: uns cederam à tentação, outros resistiram.”


terça-feira, 27 de setembro de 2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

The Spirits' Book - Allan Kardec

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Genesis - Allan Kardec

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Heaven and Hell - Allan Kardec

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The Gospel According to Spiritism - Allan Kardec

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The Mediums' Book - Allan Kardec

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PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1019

1019. Poderá jamais implantar-se na Terra o reinado do bem?

“O bem reinará na Terra quando, entre os Espíritos que a vêm habitar, os bons predominarem, porque, então, farão que aí reinem o amor e a justiça, fonte do bem e da felicidade. Por meio do progresso moral e praticando as leis de Deus é que o homem atrairá para a Terra os bons Espíritos e dela afastará os maus. Estes, porém, não a deixarão, senão quando daí estejam banidos o orgulho e o egoísmo.
“Predita foi a transformação da Humanidade e vos avizinhais do momento em que se dará, momento cuja chegada apressam todos os homens que auxiliam o progresso. Essa transformação se verificará por meio da encarnação de Espíritos melhores, que constituirão na Terra uma geração nova. Então, os Espíritos dos maus, que a morte vai ceifando dia a dia, e todos os que tentem deter a marcha das coisas serão daí excluídos, pois que viriam a estar deslocados entre os homens de bem, cuja felicidade perturbariam. Irão para mundos novos, menos adiantados, desempenhar missões penosas, trabalhando pelo seu próprio adiantamento, ao mesmo tempo que trabalharão pelo de seus irmãos ainda mais atrasados. Neste banimento de Espíritos da Terra transformada, não percebeis a sublime alegoria do Paraíso perdido e, na vinda do homem para a Terra em semelhantes condições, trazendo em si o gérmen de suas paixões e os vestígios da sua inferioridade primitiva,não descobris a não menos sublime alegoria do pecado original? Considerado deste ponto de vista, o pecado original se prende à natureza ainda imperfeita do homem que, assim, só é responsável por si mesmo, pelas suas próprias faltas e não pelas de seus pais.
“Todos vós, homens de fé e de boa vontade, trabalhai, portanto, com ânimo e zelo na grande obra da regeneração, que colhereis pelo cêntuplo o grão que houverdes semeado. Ai dos que fecham os olhos à luz! Preparam para si mesmos longos séculos de trevas e decepções. Ai dos que fazem dos bens deste mundo a fonte de todas as suas alegrias! Terão que sofrer privações muito mais numerosas do que os gozos de que desfrutaram! Ai, sobretudo, dos egoístas! Não acharão quem os ajude a carregar o fardo de suas misérias.”
SÃO LUIS



PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1018

1018.Em que sentido se devem entender estas palavras do Cristo: Meu reino não é deste mundo?

“Respondendo assim, o Cristo falava em sentido figurado. Queria dizer que o seu reinado se exerce unicamente sobre os corações puros e desinteressados. Ele está onde quer que domine o amor do bem. Ávidos, porém, das coisas deste mundo e apegados aos bens da Terra, os homens com ele não estão.”


PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1017

1017. Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céus, etc. Que queriam dizer com isso?

“Perguntando-lhes que céu habitam, é que formais idéia de muitos céus dispostos como os andares de uma casa. Eles, então, respondem de acordo com a vossa linguagem. Mas, por estas palavras — quarto e quinto céus — exprimem diferentes graus de purificação e, por conseguinte, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se está no inferno. Se for desgraçado, dirá — sim, porque, para ele, inferno é sinônimo de sofrimento. Sabe, porém, muito bem que não é uma fornalha. Um pagão diria estar no Tártaro.”




PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1016

1016. Em que sentido se deve entender a palavra céu?

“Julgas que seja um lugar, como os campos Elíseos dos antigos, onde todos os bons Espíritos estão promiscuamente aglomerados, sem outra preocupação que a de gozar, pela eternidade toda, de uma felicidade passiva? Não; é o espaço universal; são os planetas, as estrelas e todos os mundos superiores, onde os Espíritos gozam plenamente de suas faculdades, sem as tribulações da vida material, nem as angústias peculiares à inferioridade.”




PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1015

1015. Que se deve entender por — uma alma a penar?

“Uma alma errante e sofredora, incerta de seu futuro e à qual podeis proporcionar o alívio, que muitas vezes solicita, vindo comunicar-se convosco.”


PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1014


1014 - a)— Concebe-se que assim procedam os Espíritos que nos querem instruir. Como, porém, se explica que, interrogados acerca da situação em que se achavam, alguns Espíritos tenham respondido que sofriam as torturas do inferno ou do purgatório?

“Quando são inferiores e ainda não completamente desmaterializados, os Espíritos conservam uma parte de suas idéias terrenas e, para dar suas impressões, se servem dos termos que lhes são familiares. Acham-se num meio que só imperfeitamente lhes permite sondar o futuro. Essa a causa de alguns Espíritos errantes, ou recém-desencarnados, falarem como o fariam se estivessem encarnados. Inferno se pode traduzir por uma vida de provações, extremamente dolorosa, com a incerteza de haver outra melhor; purgatório, por uma vida também de provações, mas com a consciência de melhor futuro. Quando experimentas uma grande dor, não costumas dizer que sofres como um danado? Tudo isso são apenas palavras e sempre ditas em sentido figurado.”


PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1014

1014. Como se explica que Espíritos, cuja superioridade se revela na linguagem de que usam, tenham respondido a pessoas muito sérias, a respeito do inferno e do purgatório, de conformidade com as idéias correntes?

“É que falam uma linguagem que possa ser compreendida pelas pessoas que os interrogam. Quando estas se mostram imbuídas de certas idéias, eles evitam chocá-las muito bruscamente, a fim de lhes não ferir as convicções. Se um Espírito dissesse a um muçulmano, sem precauções oratórias, que Maomet não foi profeta, seria muito mal acolhido.”


Revista Espírita - 1865 - Allan Kardec

Quando os mais incrédulos e obstinados desencarnam, são evidentemente forçados a reconhecer que ainda vivem, que a vida continua e que, como Espíritos que são, podem comunicar-se com os homens. Sua apreciação do mundo espiritual varia, porém, em razão de seu desenvolvimento moral, de seu saber, da elevação de sua alma. Após essas considerações, Kardec transcreve na Revue quatro comunicações de pessoas bastante esclarecidas, embora incrédulas quando encarnadas, e que, situadas agora no mundo espiritual, reconhecem o erro em que incidiram na existência recém-finda.

(Allan Kardec – Revista Espírita de 1865. Texto com base na tradução de Júlio Abreu Filho publicada pela EDICEL, págs. 366 a 372.)



PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1013

1013. Que se deve entender por purgatório?
“Dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, na Terra é que fazeis o vosso purgatório e que Deus vos obriga a expiar as vossas faltas.”
O que o homem chama purgatório é igualmente uma alegoria, devendo-se entender como tal, não um lugar determinado, porém o estado dos Espíritos imperfeitos, que se acham em expiação até alcançarem a purificação completa, que os elevará à categoria dos Espíritos bem-aventurados. Operando-se essa purificação por meio das diversas encarnações, o purgatório consiste nas provas da vida corporal.


PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1012


1012 A)— De acordo, então, com o que vindes de dizer, o inferno e o paraíso não existem, tais como o homem os imagina?
“São simples alegorias: por toda parte há Espíritos ditosos e inditosos. Entretanto, conforme também já dissemos, os Espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia; mas podem reunir-se onde queiram, quando são perfeitos.”
A localização absoluta das regiões das penas e das recompensas só na imaginação do homem existe. Provém da sua tendência a materializar e circunscrever as coisas, cuja essência infinita não lhe é possível compreender.







PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 1012


1012. Haverá no Universo lugares circunscritos para as penas e gozos dos Espíritos, segundo seus merecimentos?

“Já respondemos a esta pergunta. As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeição dos Espíritos. Cada um tira de si mesmo o princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. E como eles estão por toda parte, nenhum lugar circunscrito ou fechado existe especialmente destinado a uma ou outra coisa. Quanto aos encarnados, esses são mais ou menos felizes ou desgraçados, conforme é mais ou menos adiantado o mundo em que habitam.”




The Spirits' Book, Allan Kardec, Question 88


Livro dos Espíritos,Allan Kardec, Questão 88


domingo, 25 de setembro de 2016

Introduction, The Spirits' Book, Allan Kardec


Revista Espírita


Após a grande repercurssão do Livro dos Espíritos e a procura cada vez maior por esclarecimentos por parte da população, Allan Kardec lançou a Revista Espírita.
Logo na introdução do primeiro fascículo da Revista Espírita, Kardec estabeleceu claramente as diretrizes que norteariam sua atuação à frente daquele periódico: Como nosso fim é chegar à verdade, acolheremos todas as observações que nos forem dirigidas e tentaremos, tanto quanto no-lo permita o estado dos conhecimentos adquiridos, dirimir as dúvidas e esclarecer os pontos ainda obscuros. Nossa Revista será, assim, uma tribuna livre, em que a discussão jamais se afastará das normas da mais estrita conveniência. Numa palavra: discutiremos, mas não disputaremos. As inconveniências de linguagem nunca foram boas razões aos olhos das pessoas sensatas.
É importante que se tenha em mente que a Revista Espírita é uma obra subsidiária, complementar da Doutrina Espírita e, como tal, deve ser lida com espírito crítico, especialmente no que concerne a certas teorias científicas e a algumas opiniões isoladas, de caráter filosófico. 

Obras Básicas da Doutrina Espírita



A Codificação Espírita é um conjunto de obras escritas por Allan Kardec na França no século XIX. A Codificação é composta por cinco livros, que foram escritos e publicados em um intervalo de onze anos, entre 1857 e 1868.
1º) Livro dos Espíritos – 1857: Nesta obra que compõe o pentateuco de Kardec, os Espíritos explicaram tudo o que a Humanidade estava preparada para receber e compreender, esclarecendo-a quanto aos eternos enigmas de sabermos de onde viemos, por que aqui estamos, e para onde vamos, facilitando, assim ao homem, a compreensão dos mais difíceis problemas que o envolvem.
2º) Livro dos Médiuns – 1861: É um manual indispensável para todos aqueles que queiram participar das atividades mediúnicas, ou simplesmente queiram conhecer a natureza e os mecanismos da mediunidade.
3º) O Evangelho Segundo o Espiritismo – 1864: O Evangelho Segundo o Espiritismo é um verdadeiro manual de vida onde você poderá encontrar profundos apontamentos sobre os ensinamentos morais do Cristo e sua aplicação às diversas situações da vida.
4º) O Céu e o Inferno – 1865: Qual o destino do homem após a morte física? Quais as causas do temor da morte? Existem o Céu e o Inferno? A antiga crença nos anjos e demônios merece crédito? Como procede a Justiça Divina? Estas e outras questões correlatas são devidamente esclarecidas, na Primeira Parte desta obra, à luz da lógica e dos ensinamentos dos Espíritos. Na Segunda Parte, intitulada Exemplos, Kardec registra numerosas comunicações de Espíritos – classificados por categorias, tais como: felizes, sofredores, arrependidos, endurecidos, suicidas – que exemplificam toda a teoria exposta anteriormente.
5º) A Gênese – 1867: O Espiritismo e a Ciência completam-se um ao outro. A Ciência, sem o Espiritismo é impotente para explicar certos fenômenos apenas pelas leis da matéria; o Espiritismo, sem a Ciência, ficaria sem suporte e comprovação. O estudo das leis da matéria devia preceder o da espiritualidade, pois é a matéria que primeiro fere os sentidos. Se o Espiritismo tivesse vindo antes das descobertas científicas, teria tido sua obra abortada, como tudo o que vem antes de seu tempo.