quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 92 - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

92. Têm os Espíritos o dom da ubiqüidade? Por outras palavras: um Espírito pode dividir-se, ou existir em muitos pontos ao mesmo tempo?
Não pode haver divisão de um mesmo Espírito; mas, cada um é um centro que irradia para diversos lados. Isso é que faz parecer estar um Espírito em muitos lugares ao mesmo tempo. Vês o Sol? É um somente. No entanto, irradia em todos os sentidos e leva muito longe os seus raios. Contudo, não se divide.”

a) — Todos os Espíritos irradiam com igual força?
Longe disso. Essa força depende do grau de pureza de cada um.”

Cada Espírito é uma unidade indivisível, mas cada um pode lançar seus pensamentos para diversos lados, sem que se fracione para tal efeito. Nesse sentido unicamente é que se deve entender o dom da ubiqüidade atribuído aos Espíritos. Dá-se com eles o que se dá com uma centelha, que projeta longe a sua claridade e pode ser percebida de todos os pontos do horizonte; ou, ainda, o que se dá com um homem que, sem mudar de lugar e sem se fracionar, transmite ordens, sinais e movimento a diferentes pontos.




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 91 - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

91. A matéria opõe obstáculo aos Espíritos?
Nenhum; eles passam através de tudo. O ar, a terra, as águas e até mesmo o fogo lhes são igualmente acessíveis.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 90 - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

90. O Espírito que se transporta de um lugar a outro tem consciência da distância que percorre e dos espaços que atravessa, ou é subitamente transportado ao lugar onde quer ir?
Dá-se uma e outra coisa. O Espírito pode perfeitamente, se o quiser, inteirar-se da distância que percorre, mas também essa distância pode desaparecer completamente, dependendo isso da sua vontade, bem como da sua natureza mais ou menos depurada.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 89A - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

89a — O pensamento não é a própria alma que se transporta?
Quando o pensamento está em alguma parte, a alma também aí está, pois que é a alma quem pensa. O pensamento é um atributo.”


O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 89 - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

89. Os Espíritos gastam algum tempo para percorrer o espaço?
Sim, mas fazem-no com a rapidez do pensamento.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 88A - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

88a) — Essa chama ou centelha tem cor?
Tem uma coloração que, para vós, vai do colorido escuro e opaco a uma cor brilhante, qual a do rubi, conforme o Espírito é mais ou menos puro.”

Representam-se de ordinário os gênios com uma chama ou estrela na fronte. É uma alegoria, que lembra a natureza essencial dos Espíritos. Colocam-na no alto da cabeça, porque aí está a sede da inteligência.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 88 - FORMA E UBIQUIDADE DOS ESPÍRITOS

88. Os Espíritos têm forma determinada, limitada e constante?
Para vós, não; para nós, sim. O Espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão, ou uma centelha etérea.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 87 - MUNDO NORMAL PRIMITIVO

87. Ocupam os Espíritos uma região determinada e circunscrita no espaço?
Estão por toda parte. Povoam infinitamente os espaços infinitos. Tendes muitos deles de contínuo a vosso lado, observando-vos e sobre vós atuando, sem o perceberdes, pois que os Espíritos são uma das potências da natureza e os instrumentos de que Deus se serve para execução de seus desígnios providenciais. Nem todos, porém, vão a toda parte, por isso que há regiões interditas aos menos adiantados.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 86 - MUNDO NORMAL PRIMITIVO

86. O mundo corporal poderia deixar de existir, ou nunca ter existido, sem que isso alterasse a essência do mundo espírita?
Decerto. Eles são independentes; contudo, é incessante a correlação entre ambos, porquanto um sobre o outro incessantemente reagem.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 85 - MUNDO NORMAL PRIMITIVO

85. Qual dos dois, o mundo espírita ou o mundo corpóreo, é o principal, na ordem das coisas?
O mundo espírita, que preexiste e sobrevive a tudo.”




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 84 - MUNDO NORMAL PRIMITIVO

84. Os Espíritos constituem um mundo à parte, fora daquele que vemos?
Sim, o mundo dos Espíritos, ou das inteligências incorpóreas.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 83 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

83. Os Espíritos têm fim? Compreende-se que seja eterno o princípio donde eles emanam, mas o que perguntamos é se suas individualidades têm um termo e se, em dado tempo, mais ou menos longo, o elemento de que são formados não se dissemina e volta à massa donde saiu, como sucede com os corpos materiais. É difícil de conceber-se que uma coisa que teve começo possa não ter fim.
Há muitas coisas que não compreendeis, porque tendes limitada a inteligência. Isso, porém, não é razão para que as repilais. O filho não compreende tudo o que a seu pai é compreensível, nem o ignorante tudo o que o sábio apreende. Dizemos que a existência dos Espíritos não tem fim. É tudo o que podemos, por agora, dizer.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 82 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

82. Será certo dizer-se que os Espíritos são imateriais?
Como se pode definir uma coisa, quando faltam termos de comparação e com uma linguagem deficiente? Pode um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo; incorpóreo seria mais exato, pois deves compreender que, sendo uma criação, o Espírito há de ser alguma coisa. É a matéria quintessenciada, mas sem analogia para vós outros, e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos.”
Dizemos que os Espíritos são imateriais, porque, pela sua essência, diferem de tudo o que conhecemos sob o nome de matéria. Um povo de cegos careceria de termos para exprimir a luz e seus efeitos. O cego de nascença se julga capaz de todas as percepções pelo ouvido, pelo olfato, pelo paladar e pelo tato. Não compreende as idéias que só lhe poderiam ser dadas pelo sentido que lhe falta. Nós outros somos verdadeiros cegos com relação à essência dos seres sobre-humanos. Não os podemos definir senão por meio de comparações sempre imperfeitas, ou por um esforço da imaginação.





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 81 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

81. Os Espíritos se formam espontaneamente, ou procedem uns dos outros?
Deus os cria, como a todas as outras criaturas, pela sua vontade. Mas, repito ainda uma vez, a origem deles é mistério.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 80 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

80. A criação dos Espíritos é permanente, ou só se deu na origem dos tempos?
É permanente. Quer dizer: Deus jamais deixou de criar.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 79 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

79. Pois que há dois elementos gerais no Universo: o elemento inteligente e o elemento material, poder-se-á dizer que os Espíritos são formados do elemento inteligente, como os corpos inertes o são do elemento material?
Evidentemente. Os Espíritos são a individualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do princípio material. A época e o modo por que essa formação se operou é que são desconhecidos.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 78 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

78. Os Espíritos tiveram princípio, ou existem, como Deus, de toda a eternidade?
Se não tivessem tido princípio, seriam iguais a Deus, quando, ao invés, são criação sua e se acham submetidos à sua vontade. Deus existe de toda a eternidade, é incontestável. Quanto, porém, ao modo por que nos criou e em que momento o fez, nada sabemos. Podes dizer que não tivemos princípio, se quiseres com isso significar que, sendo eterno, Deus há de ter sempre criado ininterruptamente. Mas, quando e como cada um de nós foi feito, repito-te, nenhum o sabe: aí é que está o mistério.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 77 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

77. Os Espíritos são seres distintos da Divindade, ou serão simples emanações ou porções desta e, por isto, denominados filhos de Deus?
Meu Deus! São obra de Deus, exatamente qual a máquina o é do homem que a fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. Sabes que, quando faz alguma coisa bela, útil, o homem lhe chama sua filha, criação sua. Pois bem! O mesmo se dá com relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 76 - ORIGEM E NATUREZA DOS ESPÍRITOS

76. Que definição se pode dar dos Espíritos?
Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o Universo, fora do mundo material.”

Nota — A palavra Espírito é empregada aqui para designar as individualidades dos seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente do Universo.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 75A - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

75a) — Por que nem sempre é guia infalível a razão?
Seria infalível, se não fosse falseada pela má-educação, pelo orgulho e pelo egoísmo. O instinto não raciocina; a razão permite a escolha e dá ao homem o livre-arbítrio.”
O instinto é uma inteligência rudimentar, que difere da inteligência propriamente dita, em que suas manifestações são quase sempre espontâneas, ao passo que as da inteligência resultam de uma combinação e de um ato deliberado.
O instinto varia em suas manifestações, conforme às espécies e às suas necessidades. Nos seres que têm a consciência e a percepção das coisas exteriores, ele se alia à inteligência, isto é, à vontade e à liberdade.



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 75 - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

75. É acertado dizer-se que as faculdades instintivas diminuem à medida que crescem as intelectuais?
Não; o instinto existe sempre, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Nunca se transvia.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 74 - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

74; Pode estabelecer-se uma linha de separação entre instinto e a inteligência, isto é, precisar onde um acaba e começa a outra?
Não, porque muitas vezes se confundem. Mas, muito bem se podem distinguir os atos que decorrem do instinto dos que são da inteligência.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 73 - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

73. O instinto independe da inteligência?
Precisamente, não, por isso que o instinto é uma espécie de inteligência. É uma inteligência sem raciocínio. Por ele é que todos os seres provêem às suas necessidades.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUeSTÃO 72A - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

72a — Poder-se-ia dizer que cada ser tira uma porção de inteligência da fonte universal e a assimila, como tira e assimila o princípio da vida material?
Isto não passa de simples comparação, todavia inexata, porque a inteligência é uma faculdade própria de cada ser e constitui a sua individualidade moral. Demais, como sabeis, há coisas que ao homem não é dado penetrar e esta, por enquanto, é desse número.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 72 - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

72. Qual a fonte da inteligência?
Já o dissemos; a inteligência universal.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 71 - INTELIGÊNCIA E INSTINTO

71. A inteligência é atributo do princípio vital?
Não, pois que as plantas vivem e não pensam: só têm vida orgânica. A inteligência e a matéria são independentes, porquanto um corpo pode viver sem a inteligência. Mas, a inteligência só por meio dos órgãos materiais pode manifestar-se. Necessário é que o espírito se una à matéria animalizada para intelectualizá-la.”
A inteligência é uma faculdade especial, peculiar a algumas classes de seres orgânicos e que lhes dá, com o pensamento, a vontade de atuar, a consciência de que existem e de que constituem uma individualidade cada um, assim como os meios de estabelecerem relações com o mundo exterior e de proverem às suas necessidades.
Podem distinguir-se assim: lº, os seres inanimados, constituídos só de matéria, sem vitalidade nem inteligência: são os corpos brutos; 2º, os seres animados que não pensam, formados de matéria e dotados de vitalidade, porém, destituídos de inteligência; 3º, os seres animados pensantes, formados de matéria, dotados de vitalidade e tendo a mais um princípio inteligente que lhes outorga a faculdade de pensar.



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 70 - A VIDA E A MORTE

70. Que é feito da matéria e do princípio vital dos seres orgânicos, quando estes morrem?
A matéria inerte se decompõe e vai formar novos organismos. O princípio vital volta à massa donde saiu.”
Morto o ser orgânico, os elementos que o compõem sofrem novas combinações, de que resultam novos seres, os quais haurem na fonte universal o princípio da vida e da atividade, o absorvem e assimilam, para novamente o restituírem a essa fonte, quando deixarem de existir.
Os órgãos se impregnam, por assim dizer, desse fluido vital e esse fluido dá a todas as partes do organismo uma atividade que as põe em comunicação entre si, nos casos de certas lesões, e normaliza as funções momentaneamente perturbadas. Mas, quando os elementos essenciais ao funcionamento dos órgãos estão destruídos, ou muito profundamente alterados, o fluido vital se torna impotente para lhes transmitir o movimento da vida, e o ser morre.
Mais ou menos necessariamente, os órgãos reagem uns sobre os outros, resultando essa ação recíproca da harmonia do conjunto por eles formado. Destruída que seja, por uma causa qualquer, esta harmonia, o funcionamento deles cessa, como o movimento da máquina cujas peças principais se desarranjem. É o que se verifica, por exemplo, com um relógio gasto pelo uso, ou que sofreu um choque por acidente, no qual a força motriz fica impotente para pô-lo de novo a andar.
Num aparelho elétrico temos imagem mais exata da vida e da morte. Esse aparelho, como todos os corpos da Natureza, contém eletricidade em estado latente. Os fenômenos elétricos, porém, não se produzem senão quando o fluido é posto em atividade por uma causa especial. Poder-se-ia então dizer que o aparelho está vivo. Vindo a cessar a causa da atividade, cessa o fenômeno: o aparelho volta ao estado de inércia. Os corpos orgânicos são, assim, uma espécie de pilhas ou aparelhos elétricos, nos quais a atividade do fluido determina o fenômeno da vida. A cessação dessa atividade causa a morte.
A quantidade de fluido vital não é absoluta em todos os seres orgânicos. Varia segundo as espécies e não é constante, quer em cada indivíduo, quer nos indivíduos de uma espécie. Alguns há, que se acham, por assim dizer, saturados desse fluido, enquanto outros o possuem em quantidade apenas suficiente. Daí, para alguns, vida mais ativa, mais tenaz e, de certo modo, superabundante.
A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a conservação da vida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm.
O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que o tiver em maior porção pode dá-lo a um que o tenha de menos e em certos casos prolongar a vida prestes a extinguir-se.



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 69 - A VIDA E A MORTE

69. Por que é que uma lesão do coração mais depressa causa a morte do que as de outros órgãos?
O coração é máquina de vida, não é, porém, o único órgão cuja lesão ocasiona a morte. Ele não passa de uma das peças essenciais.”




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 68A - A VIDA E A MORTE

68a) — Poder-se-ia comparar a morte à cessação do movimento de uma máquina desorganizada?
Sim; se a máquina está mal montada, cessa o movimento; se o corpo está enfermo, a vida se extingue.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 68 - A VIDA E A MORTE

68. Qual a causa da morte dos seres orgânicos?
Esgotamento dos órgãos.”




O ESPIRITISMO PERANTE A CIÊNCIA - GABRIEL DELLANE - BAIXAR GRÁTIS

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O Espiritismo perante a Ciência em PDF


Gabriel Delanne foi um dos cientistas que deram continuidade ao trabalho de Kardec, na divulgação da Doutrina Espírita.
Nesta obra, o autor demonstra que o Espiritismo, longe de contrariar a Ciência, é nela que se firma, não havendo incompatibilidade entre um e outro.
Aprecia casos comprovados experimentalmente de aparições materializadas, telepatia, transportes, visão a distância e premonição, entre outros, relatando a adoção, por grande número de cientistas, da teoria espírita como a única explicação geral de todos os fenômenos investigados.
Aconselha a pesquisa séria da mediunidade e reprova energicamente os que, por preconceito ou fanatismo, não admitem a adoção de medidas preventivas contra as mistificações no campo experimental.
Acrescenta um Apêndice que visa informar sobre a consagração pela Ciência de algumas das mais importantes teorias da obra, várias décadas após a sua publicação.

Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.com/

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 67 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

67. A vitalidade é atributo permanente do agente vital, ou se desenvolve tão-só pelo funcionamento dos órgãos?
Ela não se desenvolve senão com o corpo. Não dissemos que esse agente sem a matéria não é a vida? A união dos dois é necessária para produzir a vida.”




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 66 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

66. O princípio vital é um só para todos os seres orgânicos?
Sim, modificado segundo as espécies. É ele que lhes dá movimento e atividade e os distingue da matéria inerte, porquanto o movimento da matéria não é a vida. Esse movimento ela o recebe, não o dá.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 65 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

65. O princípio vital reside em algum dos corpos que conhecemos?
Ele tem por fonte o fluido universal. É o que chamais fluido magnético, ou fluido elétrico animalizado. É o intermediário, o elo existente entre o Espírito e a matéria.”





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 64A - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

64a) — Parece resultar daí que a vitalidade não tem seu princípio num agente primitivo distinto e sim numa propriedade especial da matéria universal, devida a certas modificações.
Isto é conseqüência do que dissemos.”





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 64 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

64. Vimos que o espírito e a matéria são dois elementos constitutivos do Universo. O princípio vital será um terceiro?
É, sem dúvida, um dos elementos necessários à constituição do Universo, mas que também tem sua origem na matéria universal modificada. É, para vós, um elemento, como o oxigênio e o hidrogênio, que, entretanto, não são elementos primitivos, pois que tudo isso deriva de um só princípio.”


a) — Parece resultar daí que a vitalidade não tem seu princípio num agente primitivo distinto e sim numa propriedade especial da matéria universal, devida a certas modificações.
Isto é conseqüência do que dissemos.”





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 63 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

63; O princípio vital reside nalgum agente particular, ou é simplesmente uma propriedade da matéria organizada? Numa palavra, é efeito, ou causa?
Uma e outra coisa. A vida é um efeito devido à ação de um agente sobre a matéria. Esse agente, sem a matéria, não é a vida, do mesmo modo que a matéria não pode viver sem esse agente. Ele dá a vida a todos os seres que o absorvem e assimilam.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 62 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

62; Qual a causa da animalização da matéria?
Sua união com o princípio vital.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 61 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

61. Há diferença entre a matéria dos corpos orgânicos e a dos inorgânicos?
A matéria é sempre a mesma, porém nos corpos orgânicos está animalizada.”



O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 60 - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS

60. É a mesma a força que une os elementos da matéria nos corpos orgânicos e nos inorgânicos?
Sim, a lei de atração é a mesma para todos.”


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A REENCARNAÇÃO - GABRIEL DELLANE - BAIXAR GRÁTIS

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A Reencarnação em PDF



Nesta obra Gabriel Delanne demonstra que a doutrina da reencarnação é a única que corresponde à idéia que formamos da Justiça Divina, a única que explica o porquê das desigualdades sociais, intelectuais e morais entre os homens, bem assim os sofrimentos e mazelas humanas.
Após uma “revista histórica sobre a teoria das vidas sucessivas”, o autor realiza valioso estudo sobre:
• a passagem do princípio inteligente pelo reino animal;
• as experiências de renovação da memória;
• a hereditariedade e as crianças-prodígio;
• as recordações de vidas anteriores;
• os casos de reencarnação anunciados antecipadamente;
• o conjunto de argumentos favoráveis à reencarnação.
Educado em família já conhecedora do Espiritismo e, ainda, com o rigor de sua lógica e a inteligência de sua argumentação, Delanne confere à tese dareencarnação uma base indestrutível.
Por fim, demonstra que a reencarnação é sublime lei da Criação, operando a reeducação e a evolução das almas, na longa jornada da imortalidade.


Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.com

terça-feira, 22 de novembro de 2016

EVOLUÇÃO AN[IMICA - GABRIEL DELANNE - BAIXAR GRÁTIS

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A evolução anímica em PDF




Conforme as próprias palavras de Gabriel Delanne na Introdução desta obra, o objetivo da mesma é estudar a evolução física e psíquica do Espírito encarnado, tendo em vista os tão lógicos ensinos do Espiritismo e as últimas descobertas da ciência.
O autor procura demonstrar que é mediante uma evolução ininterrupta, a partir das formas mais rudimentares, até à condição humana, que o princípio pensante conquista, lentamente, a sua individualidade, elevando-se, por uma série de reencarnações.
Gabriel Delanne vem criar esboço do Principio Espiritual em sua evolução nos diversos reinos até atingir a fase Hominal e sua ascendência para estado Angelical.
Os estudiosos da Doutrina Espírita encontrarão aqui rico material sobre o importantíssimo elemento de ligação entre o corpo e o Espírito: o perispírito, cuja realidade Delanne busca comprovar.
Vejamos logo abaixo uma ilustração que nos mostra uma embriologia comparativa do peixe ao homem.

Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.com/

domingo, 20 de novembro de 2016

A ALMA É IMORTAL - GABRIEL DELANNE - BAIXAR LIVRO GRÁTS

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A alma é imortal em PDF




Como o próprio título sugere, esta obra tem o objetivo de demonstrar experimentalmente a imortalidade da alma. Para isto, apresenta ao longo da obra algumas das provas que já se possuem acerca do envoltório da alma, a que foi dado o nome de perispírito.
Por meio da observação e sem idéias preconcebidas, o autor reúne provas autênticas, absolutas e irrecusáveis da existência da alma unida ao perispírito.
Delanne explica cientificamente de que maneira a alma conserva a sua individualidade após a morte do corpo físico.

Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.comIS

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 59 - CONSIDERAÇÕES E CONCORDÂNCIAS BÍBLICAS CONCERNENTES À CRIAÇÃO

59. Os povos hão formado idéias muito divergentes acerca da Criação, de acordo com as luzes que possuíam. Apoiada na Ciência, a razão reconheceu a inverossimilhança de algumas dessas teorias. A que os Espíritos apresentam confirma a opinião de há muito partilhada pelos homens mais esclarecidos.
A objeção que se lhe pode fazer é a de estar em contradição com o texto dos livros sagrados. Mas, um exame sério mostrará que essa contradição é mais aparente do que real e que decorre da interpretação dada ao que muitas vezes só tinha sentido alegórico.
A questão de ter sido Adão, como primeiro homem, a origem exclusiva da Humanidade, não é a única a cujo respeito as crenças religiosas tiveram que se modificar. O movimento da Terra pareceu, em determinada época, tão em oposição às letras sagradas, que não houve gênero de perseguições a que essa teoria não tivesse servido de pretexto, e, no entanto, a Terra gira, malgrado aos anátemas, não podendo ninguém hoje contestá-lo, sem agravo à sua própria razão.
Diz também a Bíblia que o mundo foi criado em seis dias e põe a época da sua criação há quatro mil anos, mais ou menos, antes da era cristã. Anteriormente, a Terra não existia; foi tirada do nada: o texto é formal. Eis, porém, que a ciência positiva, a inexorável ciência, prova o contrário. A história da formação do globo terráqueo está escrita em caracteres irrecusáveis no mundo fóssil, achando-se provado que os seis dias da criação indicam outros tantos períodos, cada um de, talvez, muitas centenas de milhares de anos. Isto não é um sistema, uma doutrina, uma opinião insulada; é um fato tão certo como o do movimento da Terra e que a Teologia não pode negar-se a admitir, o que demonstra evidentemente o erro em que se está sujeito a cair tomando ao pé da letra expressões de uma linguagem freqüentemente figurada. Dever-se-á daí concluir que a Bíblia é um erro? Não; a conclusão a tirar-se é que os homens se equivocaram ao interpretá-la.
Escavando os arquivos da Terra, a Ciência descobriu em que ordem os seres vivos lhe apareceram na superfície, ordem que está de acordo com o que diz a Gênese, havendo apenas a notar-se a diferença de que essa obra, em vez de executada milagrosamente por Deus em algumas horas, se realizou, sempre pela sua vontade, mas conformemente à lei das forças da Natureza, em alguns milhões de anos. Ficou sendo Deus, por isso, menor e menos poderoso? Perdeu em sublimidade a sua obra, por não ter o prestígio da instantaneidade? Indubitavelmente, não. Fora mister fazer-se da Divindade bem mesquinha idéia, para se não reconhecer a sua onipotência nas leis eternas que ela estabeleceu para regerem os mundos. A Ciência, longe de apoucar a obra divina, nola mostra sob aspecto mais grandioso e mais acorde com as noções que temos do poder e da majestade de Deus, pela razão mesma de ela se haver efetuado sem derrogação das leis da Natureza.
De acordo, neste ponto, com Moisés, a Ciência coloca o homem em último lugar na ordem da criação dos seres vivos. Moisés, porém, indica, como sendo o do dilúvio universal, o ano 4.654 da formação do mundo, ao passo que a Geologia nos aponta o grande cataclismo como anterior ao aparecimento do homem, atendendo a que, até hoje, não se encontrou, nas camadas primitivas, traço algum de sua presença, nem da dos animais de igual categoria, do ponto de vista físico. Contudo, nada prova que isso seja impossível. Muitas descobertas já fizeram surgir dúvidas a tal respeito. Pode darse que, de um momento para outro, se adquira a certeza material da anterioridade da raça humana e então se reconhecerá que, a esse propósito, como a tantos outros, o texto bíblico encerra uma figura. A questão está em saber se o cataclismo geológico é o mesmo a que assistiu Noé. Ora, o tempo necessário à formação das camadas fósseis não permite confundi-los e, desde que se achem vestígios da existência do homem antes da grande catástrofe, provado ficará, ou que Adão não foi o primeiro homem, ou que a sua criação se perde na noite dos tempos. Contra a evidência não há raciocínios possíveis; forçoso será aceitarse esse fato, como se aceitaram o do movimento da Terra e os seis períodos da Criação.
A existência do homem antes do dilúvio geológico ainda é, com efeito, hipotética. Eis aqui, porém, alguma coisa que o é menos. Admitindo-se que o homem tenha aparecido pela primeira vez na Terra 4.000 anos antes do Cristo e que, 1.650 anos mais tarde, toda a raça humana foi destruída, com exceção de uma só família, resulta que o povoamento da Terra data apenas de Noé, ou seja: de 2.350 anos antes da nossa era. Ora, quando os hebreus emigraram para o Egito, no décimo oitavo século, encontraram esse país muito povoado e já bastante adiantado em civilização. A História prova que, nessa época, as Índias e outros países também estavam florescentes, sem mesmo se ter em conta a cronologia de certos povos, que remonta a uma época muito mais afastada. Teria sido preciso, nesse caso, que do vigésimo quarto ao décimo oitavo século, isto é, que num espaço de 600 anos, não somente a posteridade de um único homem houvesse podido povoar todos os imensos países então conhecidos, suposto que os outros não o fossem, mas também que, nesse curto lapso de tempo, a espécie humana houvesse podido elevarse da ignorância absoluta do estado primitivo ao mais alto grau de desenvolvimento intelectual, o que é contrário a todas as leis antropológicas.
A diversidade das raças corrobora, igualmente, esta opinião. O clima e os costumes produzem, é certo, modificações no caráter físico; sabe-se, porém, até onde pode ir a influência dessas causas. Entretanto, o exame fisiológico demonstra haver, entre certas raças, diferenças constitucionais mais profundas do que as que o clima é capaz de determinar. O cruzamento das raças dá origem aos tipos intermediários. Ele tende a apagar os caracteres extremos, mas não os cria; apenas produz variedades. Ora, para que tenha havido cruzamento de raças, preciso era que houvesse raças distintas. Como, porém, se explicará a existência delas, atribuindo-se-lhes uma origem comum e, sobretudo, tão pouco afastada? Como se há de admitir que, em poucos séculos, alguns descendentes de Noé se tenham transformado ao ponto de produzirem a raça etíope, por exemplo? Tão pouco admissível é semelhante metamorfose, quanto a hipótese de uma origem comum para o lobo e o cordeiro, para o elefante e o pulgão, para o pássaro e o peixe. Ainda uma vez: nada pode prevalecer contra a evidência dos fatos.

Tudo, ao invés, se explica, admitindo-se: que a existência do homem é anterior à época em que vulgarmente se pretende que ela começou; que diversas são as origens; que Adão, vivendo há seis mil anos, tenha povoado uma região ainda desabitada; que o dilúvio de Noé foi uma catástrofe parcial, confundida com o cataclismo geológico; e atentando-se, finalmente, na forma alegórica peculiar ao estilo oriental, forma que se nos depara nos livros sagrados de todos os povos. Isto faz ver quanto é prudente não lançar levianamente a pecha de falsas as doutrinas que podem, cedo ou tarde, como tantas outras, desmentir os que as combatem. As idéias religiosas, longe de perderem alguma coisa, se engrandecem, caminhando de par com a Ciência. Esse o meio único de não apresentarem lado vulnerável ao cepticismo.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 58 - PLURALIDADE DOS MUNDOS

58. Os mundos mais afastados do Sol estarão privados de luz e calor, por motivo de esse astro se lhes mostrar apenas com a aparência de uma estrela?
Pensais então que não há outras fontes de luz e calor além do Sol e em nenhuma conta tendes a eletricidade que, em certos mundos, desempenha um papel que desconheceis e bem mais importante do que o que lhe cabe desempenhar na Terra? Demais, não dissemos que todos os seres são feitos de igual matéria que vós outros e com órgãos de conformação idêntica à dos vossos.”

As condições de existência dos seres que habitam os diferentes mundos hão de ser adequadas ao meio em que lhes cumpre viver. Se jamais houvéramos visto peixes, não compreenderíamos pudesse haver seres que vivessem dentro d’água. Assim acontece com relação aos outros mundos, que sem dúvida contêm elementos que desconhecemos. Não vemos na Terra as longas noites polares iluminadas pela eletricidade das auroras boreais? Que há de impossível em ser a eletricidade, nalguns mundos, mais abundante do que na Terra e desempenhar neles uma função de ordem geral, cujos efeitos não podemos compreender? Bem pode suceder, portanto, que esses mundos tragam em si mesmos as fontes de calor e de luz necessárias a seus habitantes.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 57 - PLURALIDADE DOS MUNDOS

57. Não sendo uma só para todos a constituição física dos mundos, seguir-se-á tenham organizações diferentes os seres que os habitam?
Sem dúvida, do mesmo modo que no vosso os peixes são feitos para viver na água e os pássaros no ar.”




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 56 - PLURALIDADE DOS MUNDOS

56. É a mesma a constituição física dos diferentes globos?
Não; de modo algum se assemelham.”





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 55 - PLURALIDADE DOS MUNDOS

55. São habitados todos os globos que se movem no espaço?
Sim e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Entretanto, há homens que se têm por espíritos muito fortes e que imaginam pertencer a este pequenino globo o privilégio de conter seres racionais. Orgulho e vaidade! Julgam que só para eles criou Deus o Universo.”
Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência. Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus, que não fez coisa alguma inútil. Certo, a esses mundos há de ele ter dado uma destinação mais séria do que a de nos recrearem a vista. Aliás, nada há, nem na posição, nem no volume, nem na constituição física da Terra, que possa induzir à suposição de que ela goze do privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de milhões de mundos semelhantes.





O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 54 - DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS

54. Pelo fato de não proceder de um só indivíduo a espécie humana, devem os homens deixar de considerarse irmãos?
Todos os homens são irmãos em Deus, porque são animados pelo espírito e tendem para o mesmo fim. Estais sempre inclinados a tomar as palavras na sua significação literal.”




O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC - QUESTÃO 53A - DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS

53a) — Estas diferenças constituem espécies distintas?
Certamente que não; todos são da mesma família. Porventura as múltiplas variedades de um mesmo fruto são motivo para que elas deixem de formar uma só espécie?”